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“CONDENADOS A VIVER DO QUE CANTAR”

o discurso dos/sobre o trabalho de
musicistas em Alagoas

RODRIGO SANTOS
Autor
ISBN: 978-65-6022-015-7
DOI: https://doi.org/10.29327/5327538 
No presente livro nos propomos a realizar a análise da discursividade do Djavan materializada na música “Alagoas”, lançada em 1978, cujos efeitos de sentido colocados em jogo explicitam os desafios aos quais os musicistas alagoanos precisam se submeter para que possam fazer história, encontrar trabalho e manterem-se vivos artisticamente. Na canção, o sujeito discursivo, através das condições de produção do discurso dos/sobre [o trabalho de] musicistas na música “Alagoas”, aciona memórias que nos fazem refletir sobre os fatores desestimulantes com os quais o musicista precisa lidar para que sua prática profissional possa ser efetivada. O corpus da pesquisa remonta à tomada de posição do sujeito discursivo face aos desafios encontrados em Alagoas para poder permanecer vivo como artista. A questão que se colocou foi um paradoxo: “teve que morrer para poder viver”. Tomamos como base teórica e metodológica a Análise do Discurso de linha francesa, a partir das reflexões teóricas de Michel Pêcheux. Encontra-se na Análise do Discurso pecheutiana a fundamentação necessária para apreender os sentidos dos discursos produzidos pelos musicistas alagoanos durante a constituição do cenário musical do Estado, na perspectiva do trabalho.
 

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